sexta-feira, 15 de março de 2013


Por que é raro ocorrer terremotos no Brasil?
Descrição: Ilustração: Cássio Bittencourt
Clique para ampliar Ilustração: Cássio Bittencourt
Tremores de terra ou abalos causados pela liberação de energia acumulada no interior da crosta terrestre não são raridades aqui. Ao contrário: o território nacional sofre cerca de 90 tremores todos os anos.
Incomuns, na verdade, são os sismos de grande magnitude porque o país está em uma zona intraplacas tectônicas, com maior estabilidade, afastado das zonas de contato ou de separação de plataformas (veja a ilustração ao lado, que também indica, com as setas vermelhas, o sentido de movimento das placas).
Essas áreas de contato são muito instáveis, como é o caso do arquipélago japonês, que sofre com abalos fortes. Mas grandes terremotos já foram registrados aqui.
Em 1955, em Mato Grosso, um sismo atingiu 6,2 graus na escala Richter. Ele teria sido devastador se tivesse ocorrido em uma área mais povoada.

Meus Amores

























texto para interpretação



                     Na escola da bicharada, dona Corujinha, por ser muito sabida, é a professora.
                       O Burro ainda não sabe ler. A Preguiça dorme o tempo todo e até hoje nada aprendeu.
                       A Hiena só dá risadas. O Macaco só faz palhaçadas.
                       O aluno que dá mais trabalho é o vaidoso Pavão. Ele não fica quieto na carteira, passeia o tempo todo, pra lá e pra cá, com sua cauda colorida.
                       Um dia o Pavão falou:
                       - Como sou belo! Vejam minhas penas!
                       O Macaco deu uma pirueta e respondeu:
                       - Ó vaidoso animal! Olhe para seus pés. Veja como são feios.
                       O Pavão olhou para os pés, levou um enorme susto e ficou muito triste até o fim da aula.
(Adaptação da Fábula de Esopo)

1. Qual é o título do texto?

2. Quem são os personagens?

3. De onde o texto foi retirado?

.4. Quem é a professora da escola e por que?

5. O que o texto informa sobre o Burro?

6. Por que o Pavão é o aluno que dá mais trabalho? 

7. Em quantos parágrafos o texto foi escrito?

8. Retire do texto a frase que mostra o que o Macaco respondeu ao Pavão:

 O dia de ventania
 A onça andava louca para devorar o coelho.
Mestre coelho, que era muito esperto, imaginou um plano para acabar com a perseguição. Viu que a onça se aproximava e começou o seu planinho. Pegou o facão e pôs-se a juntar cipós, apressado e ansioso.
A onça achou aquilo muito estranho e perguntou:
— Para que tanto cipó, mestre coelho?
— Pois não sabe, comadre onça? Acontece que Tupã está furioso com todos os bichos da floresta e vai mandar um castigo terrível! Logo mais começa o Dia da Ventania Final!
— Dia da Ventania Final?! — espantou-se a onça. — O que é isso?
— É que vai ventar como nunca antes ventou no mundo. Vai ventar tanto que nenhum bicho vai conseguir ficar de pé na terra. Vai tudo pelos ares!
— Que horror! — horrorizou-se a burra da onça. — E o que é que se pode fazer?
— Quem não for bobo tem de pedir para alguém amarrá-lo bem amarrado numa árvore bem grossa. Eu estou juntando esses cipós aqui e vou correndo pra casa amarrar todos os meus filhinhos!
A onça estava apavorada:
— Me ajude, amigo coelho! Não quero ser levada pela ventania. Me amarre primeiro!
— Desculpe, comadre onça, mas não posso. Tenho de ir correndo pra casa e amarrar meus filhinhos.
— Não faça isso comigo, compadre coelho, por favor! Me amarre!
A onça tanto insistiu que o coelho, depois de fingir que recusava, acabou concordando. Amarrou a danada da onça muito bem amarrada, com uma porção de cipós, na árvore mais forte da floresta!
E foi feliz para casa, deixando a burra da onça muito bem amarradinha e muito satisfeita, à espera da ventania que nunca haveria de aparecer...       
Pedro Bandeira. O dia da ventania. São Paulo

1) O coelho elaborou um plano porque tinha um problema com a onça. Qual era esse problema?

2) Qual era o plano?

3) Segundo o coelho, quem estava furioso com os bichos e o que ia acontecer?
4) De quantos parágrafos o texto é formado?

5) Qual o sinal de pontuação que inicia o quarto parágrafo? Para que serve?

6) Qual o sinal de pontuação que termina o quarto parágrafo? Para que serve?

7) O plano do coelho deu certo? Por que?

8) Dê um outro título para o texto.

9)  O texto conta que mestre coelho era muito esperto e que a onça era "burra". Vocês concordam? Por quê

Interpretação de Texto - Fábulas o carreiro e o papagaio


Fábula: O Carreiro e o Papagaio
Vinha um carreiro à frente dos bois, cantarolando pela estrada sem fim. Estrada de lama. Em certo ponto o carro atolou.
O pobre homem aguilhoa os bois, dá pancadas, grita; nada consegue e Põe-se a lamentar a sorte.
- Desgraçado que sou! Que fazer agora, sozinho neste deserto? Se ao menos São Benedito tivesse dó de mim e me ajudasse…
Um papagaio escondido entre as folhas condoeu-se dele e, imitando a voz do santo, começou a falar: – Os céus te ouviram, amigo, e Benedito em pessoa aqui está para o ajutório que pedes.
O carreiro, num assombro, exclama: –  Obrigado meu santo! Mas onde estás que não te vejo?  -  Ao teu lado. Não me vês porque sou invisível. Mas, vamos, faze o que mando. Toma da enxada e cava aqui. Isso. Agora a mesma coisa do outro lado. Isso. Agora vais cortar uns ramos e estivar o sulco aberto. Isso. Agora vais aguilhoar os bois.
O carreiro fez tudo como o papagaio mandou e com grande alegria viu desatolar-se o carro.
 -  Obrigado, meu santo!  -  Exclamou ele de mãos postas. –  Nunca me hei de esquecer do grande socorro prestado, pois sem ele eu ficaria aqui toda a vida.
O papagaio achou muita graça na ingenuidade do homem e papagueou, como despedida, um velho rifão popular:
“Ajuda-te, que o céu te ajudará”
(Monteiro Lobato)
Compreensão e Interpretação do texto
1. O texto “O carreiro e o papagaio” é uma fábula.
Fábulas são histórias que contém um ensinamento.
Copie do texto a frase que contém um ensinamento:
2. Quantas e quais são as personagens do texto?
3 – Onde se passa o caso narrado no texto?
4. A fábula O carreiro e o papagaio tem um narrador que nos conta a história.
O narrador pode ser:
·         Apenas um observador, não participando da história;
·         Um narrador-personagem, contando a história e participando dela.
Na fábula, o narrador é…
5. Responda:
a) Quem o carreiro queria que o ajudasse?
b) O que fez o papagaio ao ouvir o lamento do homem?
6 . Numere os fatos na ordem do texto.
a) O papagaio mandou o homem cortar uns ramos de árvore. (   )
b) O pobre homem põe-se a lamentar a sorte.       (   )
c) O papagaio achou graça da ingenuidade do homem.   (   )
d) Um papagaio escondido entre as folhas condoeu-se dele. (   )
e) o homem fez tudo como o papagaio mandou. (   )